sexta-feira, dezembro 30, 2005

Fim de Ano.

E k Ano foi .

Ano de merda.
Ano de Stress.
Ano de nervos.
Ano de poucas conkistas.
Ano de kuase nenhuma aventura.
Ano de tédio, e muito trabalho k revelou-se ser desnecessário.
Ano k tudo mudou e pouco fez-se.
Ano k me puxou e abandonou.
Ano de relacionamentos ainda mais estáveis.
Ano de desaparecimentos.
Ano de gerir tarefas.
Ano de um mundo interior apurado
Ano de gordo.


Ano dificil para todos. Mudança de governos, kebras financeiras, Mudança de escolas, mudança de amigos, mudança talvez de religião, Abandono de valores encontrados.

Ano k resumidamente carcterizo como---> pobre do gordo stressado k devorou a sociedade á medida k cresceu e fez-se grande, caindo de costa no chão.

2005 Ano de desíkilibrios mentais, e temporais.


Espectativas elevadas. ---> a nível pessoal. a nível cultural. a nível professional.

2006 Kntas mais pessoas irão morrer neste ano k se avizinha?? Posso ser eu !

terça-feira, dezembro 27, 2005

Paz numa revolução.

O k é k tu sentes quando lês o Título??

Eu imagino!
MAs vou-te dizer o k sinto em relação à paz.
Sinto o meu corpo a levitar enknto escrevo isto, ouço pássaros a chilrear, são estes seres k me fazem voar. Sentir a paz é sentir o mundo calmo, para senti-lo temos k vê-lo. para Vê-lo só no Céu.
CAio em cima de uma nuvem e vejo tudo o k me rodeia, Vejo crianças a brincar com pauzinhos, vejo casais a dar beijos abraçados, no calor do amor, sinto pais a verem os filhos a crescer perto ou entre ramos escondidos , a olharem e a observarem, a verem-se a eles próprio. Vejo árvores de várias cores, onde o verde predomina e que cor fresca és.
Vejo flores a dançar ao som das brisas do Leste.

Vejo vales, montes, depressões, planícies, mar, ilhas, mar outra vez, e encostas.
A minha nuvem está escura. sinto-me a nadar nela, sinto frio.
Começo a senti-la a cair para o solo ofegante de sede. Antes de cair bato numa montanha. E que bela era. com o pico a elevar-se mais alto k os raios solares a afectarem o meu olhar kndo kero ver o seu topo.
Fiquei cego. Dou um passo desorientado e tropeço numa pedra dura. Caio.

Acordo em frente da porta da minha casa com o nariz pingado. Como fui aki parar?
Olho em redor e vejo o mundo diferente. Vejo um novo mundo mais aberto, acolhedor, Será k foi um sonho ou estou a delirar???

Bato à porta de casa. De repente oiço um pássaro a cantarolar, olho calmamente para a esquerda e vejo um pequeno pardal. Meto a mão no bolso e tiro de lá uma pedra dura, cristalina azulada, fria e quente, a brilhar com a luz do sol. Abriram-me a porta de casa. Esboço um sorriso e entro suavemente a olhar para trás saudoso.

Sinto k algo vai mudar. E sinto que muitos vão sofrer ainda. MAs havemos de chegar lá.