Acordo num mar de sangue...
Vejo pedaços de corpos a boiar,
Num pesadelo díficil de imaginar.
Vomito, cuspo e espreineio...
Quanto mais me mexo mais me afundo
Quanto mais fundo mais me afundo
Os meus olhos vermelhos não reflectem.
A minha mente expira devaneios
A esperança e os menbros mentem
Os traumas nascem alheios...
Alheios ao que boca sente. e aos k os ouvidos ouvem.
Já só respiro sangue... forte, intenso, amargo e intragável.
Os meus olhos abrem-se cada vez mais...
O meu corpo torna-se viagável
E o meu pensamento simples. tu cais...
Cais no abismo dos infernos, onde te inundaste de corpos que maltrataste, pezinhas-te, insultas-te e matas-te. Sem perdão não foste purificado. Sem crisma não tiveste perdão. Não tens remédio a não ser inundar-te, inundar-Te num mar tão severo knto os teus julgamentos sem razão te deram cordas vãs enforcando-te a ti e aos teus irmãos...
Não tens volta.
Não tens paraíso.
Não tens lugar.
Não tens céu.
Não tens alma
JÁ NÃO ÉS NADA.