quinta-feira, março 19, 2009

Dor platonica

Doi não ter ngm...

Querer aquela gentileza açucarada de um gesto físico intimo em nós, acompanho por um formoso sorriso que nos derrete a alma e aquece o coração...

Doi estar só...

A companhia que desejava... akela forma de estar de ver e respirar o outro ser, no centro das nossas atenções num mundo conjunto de corpos fundidos onde impere o coração e o prazer é a chave mãe.

Doi sentir amor...

O desejar alguem impossivel, desejar as memorias na verdade dessas ocasiões pontuais, O imaginar que ao nos habituarmo-nos a alguem ficamos de tal modo ligados que quando a vida assim o quis separar dessa pessoa sentimos que não temos a nossa corda de segurança e embatemos em todos os lados...

Doi a propria palavra.

Amor... Amo-te já teve tnt significado... O querer-te pk te sinto, pk me apaixononei por ti já teve tanta razão de ser numa dada a altura que as coisas mudaram de uma forma inesperada, fria, deficiente. Ressalta-se mais a necessidade de companhia k o de estar apaixonada por essa pessoa.

Doi estar assim...

Passar dias. meses sem ter a nossa musa. Aquele ser k nos inspira a sermos uma melhor pessoa... Que nos faz clamar por todos os aspectos positivos e felizes que o universo nos pode proporcionar para oferecermos a esse alguem que dizemos superior ao proprio ser. Sentir a falta desse ser... magoa... e nos põe, perdidos á procra de nós proprios.