sábado, maio 20, 2006

VAzio

Uma brisa fria passa na nossa cara, sentimos o frio dessa restea de vento. Enquanto andamos sentimos o chão granitico, cinzento como o nosso coração. Paramos pk entramos num cruzamento de carros e sentimos o cheiro da rara e cara gasolina a intoxicar as nossas veias, tossimos. Avançamos espontaneamente como se fossemos impelidos para a frente após uma observação rápida com os nossos olhos a lacrimijar da poluição dos carros que passaram e passarão nas nossa ruas.
Continuamos a andar em frente no qual conseguimos ver agora uma parede, que embora distante ,saberemos que não poderemos atravessá-la. Esitamos no caminho no qual estamos a percorrer.
Como se nos levassemos por uma força inconsciente saímos dessa rota de colisão e deparamo-nos com uma depressão no alcatrão arrebentado. Sem repararmos nessa depressão metemos o pé nas profundezas desse buraco que nos impulsa para a frente . Tentamos suavizar a queda ainda com os braços de forma a reduzirmos os danos inevitáveis que estão a centimetros da nossa cara. MAs tudo tá prédefenido logo caimos ao estendido na triste rua mas não solitária. Porque os nossos ouvidos captam um som no qual nos põe alertas, assustados e como os milesimos de segundo passam rápido, ficamos Aterrorizados. Apesar de não conseguirmos ver a origem desse barulho sabemos que é de um carro que se dirige na nossa direcção.
só temos tempo de pensar no muro que estava á nossa frente e que provocou a ....
( Tarde Demais! o CArro não me ignorou)