OLhar-te não te quero, n tocar-te
Fugir, quebrei-te quando te desejei-te
Tive o que quiz quebraste-me.
Quebramos os dois...
Os dois afinall
Pecado que deixamos,
pecado que ignoramos.
Cometemos delitos e não fomos punidos.
Dás-te á violencia Quando o Amor é palavra
Rainha mãe e morte da dor que infligiste
Infligiste aqui, lá...
Na morte do orgasmo surdo
Do prazer censurado,
Da Castidade cometida
De tudo o que dita regra, norma, lei.
Dançaste na ponta dos garfos que se encaminhavam na minha boca
quebras-te o metal, feri-me em sangue nos lábios
Saltaste da faca, da tesoura, do martelo , do fogo
Esfaquiando-me, cortando-me, embatendo em tudo até ser queimado...
Expirrei-te de um alivio eterno
Da saliva te derreteu o que mais n esperavas
O respeito morreu. A compreensão caiu debaixo do solo
De ti nada. De mim tudo.
Quebraste-me .. quebrei-te... enche-me de porrada, dá-me a sério. BATEEE , BATE A SÉRIO...
Quebramos os dois ...
Os dois Afinal.
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